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A globalização do mate apareceu em cena na série da Netflix With Love, Meghan. No quarto episódio, Meghan Markle toma chimarrão com a amiga argentina Delfina, em um gesto que mistura simplicidade e tradição.

“É tão bom para o corpo, mas também pela parte da comunidade, de compartilhar”, disse Meghan, lembrando que esse ritual foi uma das experiências mais marcantes quando viveu na Argentina. Portanto, a bebida se apresenta não apenas como hábito, mas como símbolo de convivência.

 

Globalização do mate e a Natriche

Além disso, chamou atenção a cuia escolhida: uma peça da Natriche, marca uruguaia criada por Nathalia Sosa. A empresa é reconhecida por transformar tradição em luxo, produzindo cuias artesanais de couro trançado, feitas à mão.

Assim, a globalização do mate se conecta ao universo do luxo artesanal. Meghan construiu sua imagem em torno da exclusividade e da atemporalidade. Já a Natriche eleva o chimarrão a objeto de desejo, mantendo viva a cultura gaúcha.

 

Globalização do mate e tendências de consumo

Esse movimento dialoga com tendências globais. Uma pesquisa da AYTM, realizada em 2024 nos Estados Unidos, revelou que 60% dos consumidores valorizam produtos artesanais, enquanto 81% destacam a singularidade como principal fator de compra.

Logo, a globalização do mate reflete esse desejo por experiências únicas, feitas com tempo, cuidado e diferenciação. Tanto Meghan quanto a Natriche simbolizam esse consumo consciente e sofisticado.

 

Globalização do mate no Brasil e na moda

O Brasil é protagonista nesse cenário. O país é o maior produtor mundial de erva-mate, e o Rio Grande do Sul responde por 65% do consumo nacional — quase 880 mil toneladas anuais entre chimarrão, tereré e novos formatos de consumo. O chimarrão, portanto, é presença cotidiana, do campo às cidades.

Na moda, o paralelo é evidente. Dior resgata o artesanato mexicano, Bottega valoriza o couro intrecciato e Loewe transforma a palha em sofisticação. Da mesma forma, a globalização do mate revela como a tradição pode ser reinterpretada como luxo cultural.

A globalização do mate mostra que um ritual enraizado no Sul do Brasil atravessa fronteiras e conquista espaço em um mercado que valoriza o artesanal e o exclusivo. O chimarrão não perde sua essência: ele se reinventa como tradição elevada ao mundo.

 

Fonte: Boa Notícia Brasil

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