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O homem suspeito de matar a companheira em Roque Gonzales, no noroeste do Estado, foi solto após pedido do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS). A manifestação foi feita na última quinta-feira (26) e deferida pela Justiça.

Tereza de Jesus Trindade da Silva, 49 anos, foi atingida por tiros em 4 de fevereiro e permaneceu internada por uma semana, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no dia 11 daquele mês.

De acordo com titular da Delegacia de Polícia de Proteção a Grupos Vulneráveis (DPPGV), delegada Tanea Bratz, o MP se posicionou pela liberdade do suspeito porque a polícia ainda trabalha com duas linhas distintas de investigação. O homem, de 52 anos, estava preso no presídio de Cerro Largo.

A Polícia Civil investiga a hipótese de feminicídio, quando o crime ocorre em contexto de violência doméstica ou de gênero, mas também trabalha com a possibilidade de homicídio cometido por outra pessoa sem vínculo familiar ou relacionamento íntimo com a vítima.

Ainda não está completamente excluída a linha de investigação do feminicídio, mas a linha predominante é homicídio — afirmou a delegada.

A hipótese passou a ser ventilada após depoimento do suspeito, que negou a autoria do crime e relatou à polícia que outro indivíduo teria atacado a mulher.

No dia 13 de fevereiro, uma operação da Polícia Civil cumpriu mandados de busca e apreensão na casa de pessoas apontadas pelo companheiro da vítima como autores dos disparos. Os agentes apreenderam celulares, rádios comunicadores e uma arma registrada, que vai passar por comparação balística. Todos os itens foram encaminhados à perícia.

 

Relembre o caso

Tereza de Jesus Trindade da Silva, 49 anos, morreu após passar uma semana internada no Hospital Vida e Saúde, em Santa Rosa. Ela foi baleada no dia 4 de fevereiro.

Conforme o registro policial, a mulher foi encontrada caída na rua, no bairro Santo Antônio, com três ferimentos por arma de fogo — um deles na cabeça. Embaixo do corpo havia uma faca.

O filho da vítima relatou ter ouvido vozes pedindo para “largar a faca”, seguidas pelos disparos, mas disse não ter presenciado o momento do ataque.

O casal havia reatado o relacionamento em novembro do ano passado, após cerca de um ano separado. A vítima não possuía medida protetiva.

 

Fonte: GZH

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